Detesto fazer posts deste género, sinto que uso a desgraça de alguém para que me leiam. A intenção deste texto, no entanto, é prestar uma homenagem.
Michael Jackson – conhecido como o “Rei da Pop” – faleceu ontem, aos 50 anos, vítima de ataque cardíaco.
Independemente das acusações de que foi alvo, que só ele mesmo saberá, ao certo, se se confirmam, Michael Jackson acelerou o Mundo com “Beat It” e “Billy Jean”, assombrou-nos com “Thriller” e ensinou-nos a dançar na Lua com o seu moonwalk.
Para trás ficaram ainda mais êxitos, num enorme legado que mudou para sempre o panorama da Música mundial.
Tenho pena que já tenha partido. Torcia pelo seu ressurgimento.
Ansiava pelo seu regresso à ribalta. Pelo seu ritmo e energia.
Que descanse eternamente em Paz e que descubra, na tranquilidade celestial do Paraíso, o seu heavenwalk.
A Música que, tal como a Vida, foi trazida há milhares de anos pelos nossos antepassados que sairam da África-Mãe e entraram na Europa. Prova disso é uma flauta com cerca de 35 mil anos, feita de ossos de grifo e que é o instrumento musical mais antigo até agora encontrado.
Tinha cinco oríficios para a saída do som e uma ponta em forma de “V” que servia de bico.

A Música para nós, para Michael Jackson também e para o Mundo faz parte da Vida.
Corre-nos no sangue e indica-nos o caminho.
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