“À Minha Maneira”

Quarta-feira, 8 Julho 2009 por gimbras

E se, de repente, Portugal e os portugueses fossem também levados pela onda de euforia que Cristiano Ronaldo protagonizou aquando da sua apresentação como jogador do Real Madrid?

E se, de repente… os Xutos e Pontapés fossem também catapultados para o centro do Mundo?

“À Minha Maneira”, tema da banda portuguesa, que este ano cumpre 30 primaveras, foi a banda sonora do dia de estreia de Cristiano no maior clube do Mundo.

E, se repente, os Xutos começassem a vender à grande, mesmo à grande e… à sua maneira?

(O vídeo do tema e a letra… já a seguir…)

“À Minha Maneira” (88 – 1988)

“À Minha Maneira” letra (Xutos e Pontapés)

A qualquer dia,
A qualquer hora,
Vou estoirar, pra sempre.

Mas entretanto,
enquanto tu duras,
Tu poes-me tão quente.

Já sei que hei-de arder na tua fogueira,
mas será sempre, sempre à minha maneira.

E as forças que me empurram
E os murros que me esmurram
Só é para lutar,
À minha maneira (à minha maneira)
À minha maneira

Por essa estrada,
Por esse caminho
A noite, de sempre

De queda em queda,
Passo a passo,
Vou andando, prá frente

Já sei que hei-de arder na tua fogueira
Mas será sempre, sempre à minha maneira

E as forças que me empurram
E os murros que me esmurram
Só me farão lutar
À minha maneira (à minha maneira)
À minha maneira

À minha maneiraaaaa
À minha maneira!

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3 Respostas a ““À Minha Maneira””

  1. Ana Says:

    Olá!
    Desculpa a intromissão…

    Fui eu que escrevi aquela carta que foi publicada no blogue da Lua* [Já (não) te sinto em mim] e vou esclarecer-te as dúvidas com que ficaste. É verdade que a carta está muito mal escrita, escrevi-a de “enfiada” e não a reli, porque o assunto que trata não me é nada querido. E, é verdade, eu, na altura, era muito novita e deixei-me ir na “cantiga do bandido”. Deixei de gostar de mim para idolatrar um “parvalhão” que só se soube aproveitar da minha ingenuidade… É triste, mas é verdade. Mas são situações como estas que nos fazem crescer, que nos tornam mais fortes e, felizmente que, hoje amo-me muito e acima de tudo. Serviu para alguma coisa…

    Desculpa novamente a intromissão.
    Beijo

  2. gimbras Says:

    Ana: Olá. Não, não, não! Eu não disse que a carta estava mal escrita, longe disso. Disse apenas que houveram ali umas falhas (quem não as tem?) derivadas de escrever à pressa (e à notória emoção pelo tema).

    Não era uma crítica, pois não sou ninguém para te criticar, nem nenhum crítico literário. Era apenas uma constatação. :) Tal e qual o era em relação ao sentimento em questão: como nos deixamos – todos nós – afectar de uma forma tão intensa por pessoas que, realmente, acabam por nem valer a pena?

    Não é intromissão, és bem-vinda.
    Beijo.

  3. Valanfer Says:

    Oi Ana, Oi Gimbras e a todos…

    Parece-me que não são só os Xutos a arder na fogueira, todos nós procuramos algo nas nossas vidas, de forma que nos preencha, e para que isso aconteça realmente tem de ser intenso!!!

    Lá está, entregamo-nos, se for algo positivo, vamos andar para à frente… no nosso caminho até o auge, mas, se por acaso, não for “tão positivo”… vamos chegar a um ponto em que vamos “estoirar”, “a qualquer dia, a qualquer hora”… vamos “arder na fogueira”…

    Mas, como dizem a Ana e o Gimbras, nem todas as pessoas são feitas para partilhar o nosso caminho, podem apenas o atravessar.

    Nós temos o poder de as deixar ficar ou de as mandar embora… E crescemos com isso…
    Ana, força!!!!

    Bjs.