Crueldade brutal contra o almiscareiro

Terça-feira, 2 Fevereiro 2010 por gimbras

Este simpático animal, o almiscareiro (Moschus moschiferus), mamífero da família dos cervídeos, originário da Ásia e da África, é provido de uma glândula em seu ventre que segrega uma substância odorífera denominada almíscar.

Recente Investigação da WSPA revela mais uma crueldade, similar à dos ursos da China, para produzir perfumes à base de almíscar.

O animal capturado fica até 15 anos na mesma posição, sendo manipulado apenas para retirada do líquido que produz o perfume.

Muitos usam perfumes ou outros produtos que contém essa substância sem saber da sua origem!!

Boicote é o primeiro passo para ajudar!

Não usem produtos que contenham almíscar natural! (Na dúvida, melhor não usar nenhum que seja de almíscar, jamais.)

Divulguem!

As fotos foram extraídas do site da WSPA.

ALMÍSCAR: Mais uma vaidade à custa do sofrimento dos animais…
Crueldade brutal contra o almiscareiro

Crueldade brutal contra o almiscareiro

Crueldade brutal contra o almiscareiro

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Crueldade brutal contra o almiscareiro

Crueldade brutal contra o almiscareiro

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Como aldrabar os clientes de uma forma rápida e simples

Quarta-feira, 27 Janeiro 2010 por gimbras

Noutro dia, fui ao cinema ver o filme “Avatar” (curti os rabichos… dos índios extraterrestres). Ao comprar os bilhetes, saquei eu do belo do meu cartão myZonCard para usufruir da oferta de um bilhete na compra de outro – e, dessa forma, poupar uns trocos – quando o funcionário da bilheteira / pipoqueira me diz que “essa promoção não é válida para filmes em tecnologia 3D”…

“- O quê!?”
“- Ah e tal… os bilhetes também são mais caros do que para os filmes normais… É uma nova tecnologia e, além disso, tem de ser vista usando estes óculos e coiso e tal, e tal e coiso…”

Mas que raio!
Que abuso vem a ser este por parte da indústria cinematográfica?
Que palhaçada é esta? Hein?!

A tecnologia muda, elevam os preços?
Inventam técnicas cujo os nossos olhos não estão nem habilitados para as conseguir percepcionar em condições (sem os tais óculos maravilha que mais parecem vir directamente da colecção de óculos de sol da Multiópticas dos anos ‘90) e o pobre é paga?

Que vem aí a seguir? Filmes com cheiro (ainda mais caros) com narizes de plástico para sentirmos os aromas?
Ou filmes com tacto com luvas especiais para apalparmos o elenco?

É mais que claro que o xôr gimbras bonifácio apresentou reclamação no site da ZON Lusomundo!

Ex.mos. Srs. da ZON Lusomundo,

Venho por este meio apresentar a minha reclamação no que toca tanto ao preço dos bilhetes na nova tecnologia digital 3D, tanto quanto à ausência da promoção myZonCard (oferta de um bilhete extra) para o mesmo tipo de filmes nas vossas salas de cinema.

Considero tratar-se de uma falta de respeito absurda pelos vossos clientes aproveitarem-se do surgimento de novas tecnologias para elevarem o preço dos bilhetes.

Sempre que aparecem novidades tecnológicas os preços irão subir?

A promoção da oferta de um bilhete quando se possui um cartão myZonCard deixa de valer só porque o filme é em 3D?

Já não bastava terem passado a misturar a venda de bilhetes com a venda de pipocas e afins, criando filas de espera desnecessárias e demoradas para quem só quer comprar bilhetes, e agora vêm estas questões?

Desta forma, a Lusomundo só consegue duas coisas: menos público a ir ao cinema e clientes cada vez mais insatisfeitos.

A procura incessante do lucro diminui a qualidade do tratamento ao cliente.

(…)

Até já antecipo a resposta deles (se por acaso vier…).

“Com o advento das novas tecnologias, blá blá, pardais ao ninho… e como os óculos 3D são de produção dispendiosa… etc e tal, é tudo palha, vê lá se comes…”

Se os óculos 3D são assim tão caros que justifiquem a subida dos preços dos bilhetes, por que raio pedem-nos que os devolvamos no fim do filme?
Ah… deixa cá pensar… para os lavarem, embalarem novamente e vendê-los como novos?

E se eu chegar lá e disser que trouxe os meus óculos de casa, o preço passa a ser o normal (que já é caro…)?

Oh, meus grandes gatunos, ide mas’é trabalhar que se faz tarde. Cambada de aldrabões! Irra!
Indignação do... gimbrinhas
(Indignação do… gimbrinhas)
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A pesada cruz de um reciclador

Terça-feira, 19 Janeiro 2010 por gimbras

(Por falar em reciclagem…)

Reciclar é o que está a dar!
(Reciclar é o que está a dar)

Ajudo como posso…
Sou um defensor do Meio Ambiente.
Evito ter electrodomésticos ligados se não estão a ser utilizados.
Desligo as televisões efectivamente, em vez de ficarem em stand-by durante a noite.
Não aprecio desperdícios e faço a minha reciclagem. Tanto quanto possível. Até no trabalho.

Vou juntando aqui e ali copos de plástico que uso para beber água (para não ter necessidade deles arranjei uma garrafinha que encho sempre que preciso), copos mais pequeninos da máquina-de-café e invólucros dos bolos e chocolates da máquina-de-venda-automática.

O problema é que costumava andar sempre com uma malinha de ombro (tão maricas…), uma pochette vá(!), e agora, como temos de andar de casaco por causa do frio e da chuva, não me tem apetecido trazê-la.

Até aqui tudo bem, o que trazia na mala, cabe nos bolsos, mas assim também não posso colocar lá nada a fim de levar para fora daqui.

Por “nada” entende-se material para reciclar. Porque aqui no emprego, reciclagem é mesmo para esquecer. São molhos de papel mal usados directamente para o lixo, copos e mais copos sem verem a luz salvadora de uma possível segunda vida como objectos reciclados.

Vai daí que eu, sem me lembrar de arranjar um saquinho para facilitar o transporte, resolvo levar tudo na mão em busca de um qualquer ecoponto na cidade.

O meu caro colega vê-me naqueles preparos e diz-me:
“- Epá, por que é que tens isso aí na mesa?”
“- Vou levar estas coisas para a reciclagem.” – retorqui eu.

“- Está mas é calado! Põe isso tudo no lixo, pá!” – mandou vir ele.
“- Mas quais lixo quais carapuças! Temos é de reciclar. O Planeta agradece.” – contrapus.

Sai para a rua motivado em concluir o meu desígnio verde. No entanto, as palavras do moço começaram a martelar na minha mente.

À medida que percorria a calçada, de plásticos na mão, em direcção à paragem do autocarro, sentia pesados e reprovadores olhares sobre a minha pessoa.

“Hihihi!! Que toino!”
“Onde vai aquele tipo com aquilo?!”
“Olha aquele tolinho de lixo na mão…”
“Mas será que ele não vê os caixotes de lixo por onde passa??”

Todavia eu estava determinado em levar tudo para reciclar e não iria desistir facilmente.

Veio o transporte público de cor amarela e sentei-me lá atrás, como de costume. Para descargo de consciência, escondi as caixas e copos (umas dentro das outras) debaixo do casaco e descansei um pouco.

O pior estaria, porém, para vir.

Quando o bus alcançou a minha paragem de destino, já eu não me lembrava do meu objectivo principal. Levantei-me, andei parte do corredor e só me lembrei mal as caixas, invólucros, colher de plástico, copos e copinhos se estatelavam com estrondo no chão. Mantive a calma, mas todos os passageiros se voltaram para trás em semblantes mesclados de reprovação, incompreensão e espanto.

“Porco!”, “Maluco!”, “Vandâlo!”, “Demente!”, de certo pensaram.

E o lixo só parou perto da porta da saída graças ao pé de uma senhora que constatou entre dentes:
“- São só copos…”

Que figurinha a minha!

É difícil e árdua a vida de um reciclador.
Uma cruz pesada sobre as nossas costas.

Não obstante, prefiro passar vergonhas e contribuir para um Mundo melhor e mais verde, do que ir com a corrente e ajudar a destruir o que ainda resta de saudável na Casa a que chamamos TERRA.

P.S.: Dias se passaram e mais outra pilha de material reciclável em cima da minha mesa. Fui pedir um saco de plástico a outro departamento e perguntaram para o que queria. Cometi o erro de dizer “é só para o lixo”, quando deveria ter dito que era para levar umas coisinhas para casa. Parece que ninguém entende mesmo o intuito de salvar o Planeta Azul.

P.S.2: Reciclem, minha gente, reciclem!

P.S.3: Sim, ainda vamos a tempo.

Momentos ecológicos do... gimbrinhas
(Momentos ecológicos do… gimbrinhas)
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A verdadeira reciclagem

Quinta-feira, 14 Janeiro 2010 por gimbras

Reciclar é o que está a dar!
Olhem este exemplo!

A verdadeira reciclagem
A verdadeira reciclagem
A verdadeira reciclagem
A verdadeira reciclagem
A verdadeira reciclagem
A verdadeira reciclagem
A verdadeira reciclagem
A verdadeira reciclagem

(Fonte: Recebido por e-mail.)
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O Google ofereceu-nos uma prenda do tamanho do Mundo

Terça-feira, 5 Janeiro 2010 por gimbras

Boa surpresa do Google neste Natal.

O Google ofereceu-nos uma prenda do tamanho do Mundo

«Esta prenda é para alguém muito especial: toda a gente.»

«Devido às instituições de caridade estarem a viver o seu ano mais difícil em várias décadas, doámos 20 milhões de dólares a ajudar aqueles que nos ajudam a todos. A nossa prenda para vocês é um presente para eles. Boa Festas.»

Recebi uma prenda do Google via e-mail.
A sua surpresa de Natal foi um gesto bonito.
Uma importantíssima contribuição para as causas sociais.

Podem ler a mensagem aqui: Happy holidays from Google.

Mostrei esta boa acção aos meus colegas.
No entanto, houve um que a considerou como hipócrisia, que a empresa ainda poderia descontar a doação nos impostos e que por isso de nada valia, para não falar que “vinte milhões de dólares são trocos para o Google”.

Independentemente de eventuais segundas intenções, se foi para camuflar seja o que tiver sido ou não, o que interessa é que foram entregues largos milhões de dólares por várias instituições de caridade.

Uma mão lava a outra.
(Se foi por algo menos sincero, ao menos houve dinheiro fresquinho para quem precisa.)

Fiquei contente.

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Num piscar de olhos

Segunda-feira, 4 Janeiro 2010 por gimbras

Lembro-me de há uns dias estar toda a gente meia desbaratinada com a mudança do ano de… 1999 para 2000. Supostamente, ninguém sabia se o Mundo acabava ou não, não se chegava a um consenso sobre se mudávamos de século e de milénio, ou permanecíamos no mesmo e viria aí uma coisa chamada de bug do milénio.

Em relação a essa última questão, faço as minhas contas da mesma maneira como se calculam em que século estamos.

É fácil de saber a que século pertence um determinado ano. Basta ver se a seguir aos dois primeiros algarismos do ano, existem números maiores que zero. Se existirem, então contam como 1 e soma-se esse valor aos primeiros dois algarismos.

O resultado é o número do século. Por exemplo, se o ano é 1421, temos o número 21 depois do 14. Então, somamos 14 + 1 e estaremos a falar do século XV.

Se nos estivermos a referir ao ano de 1500, então estamos a falar do último ano do século XV. (15 + 0 = 15.)

Dessa forma, o ano de 2000 não era o primeiro ano do século XXI mas sim o último ano do século XX.
Por conseguinte, se aplicarmos a mesma regra em relação aos milénios, o ano 2000 será também o fim do segundo milénio.

Pois é.
O Mundo não acabou.
Houveram tantas mudanças, diversas situações novas, montes de acontecimentos e evoluções.

Criámos e destruímos.
Aprendemos e desaprendemos.

Fizemos e acontemos.
Crescemos e morremos.

Se o Mundo não acabou, pelo menos mudou.
Para o bem ou para mal, isso é uma questão de perspectiva e de posterior análise.

Os computadores e as tecnologias – entre as quais a minha apaixonada Internet – deram um pulo magistral.
O bug do milénio perdeu-se no tempo e na memória… e o gimbras fez luz sobre as questões dos séculos e dos milénios.

Fomos a ver… e num piscar de olhos… já passaram 10 anos!
Parece que foi ontem, não é?

Bem-vindos a 2010 (o ano final da 1ª década do século XXI e do 3º milénio)!

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A Força de Acreditar

Sexta-feira, 1 Janeiro 2010 por gimbras

Sempre desisti das coisas facilmente. Tinha medo de tentar e falhar redondamente, sendo ridicularizado à frente de todos. Então, ridicularizava-me antes ainda de procurar conseguir alcançar algum objectivo. Parecendo incoerente, explica-se de uma forma simples. Mesmo se falhasse, já ninguém me apontaria o dedo em tom de gozo, porque gozado já eu era constantemente.

Isto começou de pequeno, na escola infantil. Distraído como era (ainda sou), verdadeiro cabeça na lua – lembro-me de, anos depois, ao fazer provas escritas pensar em tudo menos nos testes – nunca ouvia completamente o que a educadora pedia. O que resultava em pintar, colar, recortar, etc. sempre ao contrário do resto dos meninos. Quantas e tantas vezes ouvi do colega do lado “ah, isso não é assim, fizeste mal!”. Disfarçava o embaraço com um “não me importo” e não me importando lá fui eu pela vida fora.

Não me esforcei para jogar à bola – sempre um trapalhão – , não me concentrava na escola – fui aluno mediano quando todos me exigiam mais, afirmando que tinha capacidades para mais. Não construi amizades, não lutei por alguém, não finquei o pé no chão, nem gritei “sim, eu consigo”.

Não fui cobarde, nem um coitadinho. Não chorei pelos cantos. Simplesmente, não quis foi saber, fazendo apenas os mínimos. Apenas o suficiente. E o suficente bastou para fazer a escola toda sem problemas, nem grandes dificuldades, sem sequer copiar ou cabular – o meu lema era (é) “se passar, passo; se não passar, não passo”. Orgulho-me muito das bases que aprendi.

Demoro a aprender porque consolido cada tijolo do conhecimento em argamassa bem colada. Porém, quando aprendo, sei de cor. Sei-o bem!

As composições nas aulas de Português – e uma vez em Inglês – foram alvos de leitura perante a turma inteira e elogios pelos meus pares.

Fui descobrindo dons e qualidades. Dediquei-me a isto e aquilo, só porque gostava. E evolui. Subi de patamar. Ganhando confiança, cresci. Passei eu a dizer “isto está mal, o correcto é como faço”.

Sonhei. Tive ideias. Somei ideiais. Levei avante projectos somente possíveis na minha mente, contra tudo e todos. Oh sim, a minha teimosia mudou de sentido. Iria provar a quem não acreditava que conseguiria. E consegui. Uma e outra vez. E mais. E de novo. E novamente. Muitas vezes. Espantei-os a todos. Eu consegui!

Um dia, também, acordei e pensei “mas que diabo, já tenho esta idade toda e passei a vida a a dormir?”. Então, comecei a aproveitar mais os dias. A deitar-me mais cedo, para acordar de manhã e sentir a sua brisa fresca e rivogorante na pele e na alma. Foi meio caminho andado para dar um passo em frente, para seguir em direcção a novos projectos e ser bem sucedido neles.

Quero lutar pelas amizades e pessoas, ajudar causas e encontrar soluções, fazer deste um mundo melhor, procurar um amor forte e intenso.

E se parecer ingénuo, inocente e impossível, mais força terei para o fazer, porque a maior mudança ocorreu em mim.

Já não sou mais aquele menino que encolhia os ombros e não se importava. Sei que esse rapazinho tinha o mesmo que eu tenho no peito, mas que só agora encontrou maneira de sair cá para fora.

Hoje, sou homem, bato o pé firme no chão e grito: “Eu acredito!”. Porque, se escrevi estas linhas num fôlego repentino sem parar nem para respirar, então, sim, é possível! Tudo é possível.

Basta ter A FORÇA DE ACREDITAR e essa força está mesmo dentro de nós!

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Os deuses devem estar loucos

Quinta-feira, 24 Dezembro 2009 por gimbras

A exemplo do que já tinha sucedido noutras partes do País, a região Oeste foi violentamente afectada por um temporal daqueles.

De viagem para um Natal junto com a família gimbrática, o vosso queridinho gimbrinhas viu evidências de uma valente tempestade nessa zona de Portugal.

Eram outdoors completamente despedaçados – cujas armações em ferro se apresentavam quebradas como se fossem meros palitos -, sinais de trânsito desparecidos, semáforos caídos e muitas árvores desfeitas.

Pior do que essas aparências foram as notícias de muitas casas sem luz nem água, negócios arruinados e outros sustos do género.

(Cá em casa foi-se o telefone fixo, deu de frosques a TV por cabo, e uma das redes de telemóveis deve ter ido de férias… :S Quando fui depositar a reciclagem… não encontrei o ecoponto azul… tinha… voado para trás.)

Não vai ser um Natal simpático para essas pessoas, nem tão pouco para os meritosos trabalhadores municipais que tentam recompôr os estragos o mais rapidamente possível.

Mesmo assim, há esperança! Até houve quem dissesse que, lá em cima, alguém considerou que o que estava cá em baixo já estava velho e era bom que fosse renovado e reconstruído.

Não deixem de acreditar, o meu pensamento está convosco.
Desde que haja saúde e vontade tudo se resolve!

Clima do... gimbrinhas?
(Clima do… gimbrinhas?)
P.S.: Notei, a caminho de onde estou…, maior cuidado na condução por parte de muita gente. É véspera de Natal, têm consciência que querem estar com os seus, sem tristezas a lamentar.

P.S.2: No entanto, ainda há quem se esqueça… vi um acidente na estrada. Choque frontal numa ultrapassagem. Ainda há muitos incautos… Felizmente, não haviam feridos.

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Viver despenteada!

Quarta-feira, 23 Dezembro 2009 por gimbras

Viver despenteada!

Hoje aprendi que é preciso deixar que a vida te despenteie, por isso decidi aproveitar a vida com mais intensidade…

O mundo é louco, definitivamente louco…
O que é doce, engorda. O que é lindo, é caro.
O sol que ilumina o teu rosto, enruga-o.
E o que é realmente bom nesta vida, despenteia…

- Fazer amor, despenteia.
- Rir às gargalhadas, despenteia.
- Viajar, voar, correr, entrar no mar, despenteia.
- Tirar a roupa, despenteia.
- Beijar a pessoa amada, despenteia.
- Brincar, despenteia.
- Cantar até ficar sem ar, despenteia.
- Dançar até duvidar se foi boa ideia calçar aqueles saltos gigantes essa noite, deixa o cabelo irreconhecível…

Então, como sempre, cada vez que nos encontremos irei estar com o cabelo bem despenteado…

Por isso, a minha recomendação a todos os meus amigos:
Entrega-te! Come coisas saborosas! Beija! Abraça! Dança! Apaixona-te! Relaxa-te! Viaja! Pula! Dorme tarde! Acorda cedo! Corre! Voa! Canta! Arranja-te para ficar linda! Arranja-te para ficar confortável! Admira a paisagem!
Aproveita a vida, e acima de tudo, … deixa que a vida te despenteie.

(Fonte: Recebido por e-mail)
É por essas e outras… que o meu cabelo tem péssimo aspecto!
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Tenho um pressentimento

Sábado, 19 Dezembro 2009 por gimbras
Vieste, menina, de longe.

P’rá “Cidade dos Sonhos”, íngénua, disseste
Apresentaste-te, receosa, cheia de expectativas

Era diferente… desconhecido…

Aos poucos, envolta em medo, um novo mundo conheceste
Que susto!

Fantasmas do passado regressavam

Caiste, choraste!
Quiseste desistir!

Mãos, houveram, que se opuseram
“Pára!”, bocas gritaram
Ouviste os conselhos dos verdadeiros amigos

Aprendeste.
Continuaste, tomaste coragem!

Seguiste o teu caminho,
e mudaste. Sorriste.

Viste sonhos ruirem.
Derramaste muito sal.
Gente de quem gostavas, partiu.

Doeu.

Foi duro,
É sempre.
A isso chama-se viver.

Não é fácil.

Contudo, hoje, mulher,
sabes que só quem sofre, vive
Só quem vive, cresce

Não mais te escondas!
Encara os obstáculos olhos nos olhos.
Vai correr tudo bem.

De certeza.
Temos esse pressentimento

Esta, vai ser, uma boa noite
Uma vida boa, muito boa

Parabéns!
Ler mais »

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