Máquina do Tempo

No deslizar de uma caneta ou de um lápis muitas histórias são escritas, muitos ensinamentos se passam, muitas aventuras se contam.

É mágico. É arrepiante a capacidade que a escrita tem de absorver os pensamentos de um escritor, as suas vivências e sentimentos e perpetuá-los numa folha de papel.

Já não é a primeira vez que o digo, mas quando um escritor relê o que escreveu, anos depois, é como se tivesse entrado numa máquina do tempo. E tivesse recuado até ao momento em que se concentrou e desenhou letras e palavras pintando retratos daquilo que viveu.

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