O bago de arroz que tramou a minha vida
Quinta-feira, 5 Novembro 2009 por gimbrasEstavam ali no prato, juntamente com o frango assado, dezenas, aliás, centenas, quiçá milhares de bagos de arroz daquele arrozinho amarelinho de cenoura e mais nada.
Lá estava eu, todo satisfeito, refastelando-me com sublime refeição. Garfo ali, faca aqui, salta um baguinho de arroz tão pimpolho para cima.
Sacana! Safado.
Do meio daquela molhada toda, teve de me saltar logo o único bago de arroz que vinha repleto com molho piri-piri do franguinho! Sujou-me a bolsinha que uso. (Mesmo à maricas!)
Raio de sorte! Quais são as probabilidades disso? Poucas? Nenhumas!
GrrrRRRrrr…!!
Mais à tarde, a comer uma bela tarde de gila (que nem aprecio muito), cai-me a dita cuja em cima da mesa de trabalho, desfazendo-se em mil pedacinhos e sujando tudo e todos! Tive de andar para aqui a limpar, a assoprar, para remover os restos mortais do cobiçado bolo.
Ontem, foi ao almoço. Cavalheiro como sou, decidi afastar um talher que atrapalhava o repasto da minha colega. Desastrado, dou um toque no prato e lá se foi metade do Arroz-de-Pato para cima de mim (e da tal bolsinha…).
Ando mesmo cheio de azar. E de nódoas!
Que o diga a minha roupa! Só agora reparei mas os destroços do bago de arroz à lá piri-piri também me mancharam a camisa. Andava para aqui feito parvo com alta bolinha vermelho-alaranjado no meio do peito!!
Ora bolas, Marina!











































