Como aldrabar os clientes de uma forma rápida e simples

Quarta-feira, 27 Janeiro 2010 por gimbras

Noutro dia, fui ao cinema ver o filme “Avatar” (curti os rabichos… dos índios extraterrestres). Ao comprar os bilhetes, saquei eu do belo do meu cartão myZonCard para usufruir da oferta de um bilhete na compra de outro – e, dessa forma, poupar uns trocos – quando o funcionário da bilheteira / pipoqueira me diz que “essa promoção não é válida para filmes em tecnologia 3D”…

“- O quê!?”
“- Ah e tal… os bilhetes também são mais caros do que para os filmes normais… É uma nova tecnologia e, além disso, tem de ser vista usando estes óculos e coiso e tal, e tal e coiso…”

Mas que raio!
Que abuso vem a ser este por parte da indústria cinematográfica?
Que palhaçada é esta? Hein?!

A tecnologia muda, elevam os preços?
Inventam técnicas cujo os nossos olhos não estão nem habilitados para as conseguir percepcionar em condições (sem os tais óculos maravilha que mais parecem vir directamente da colecção de óculos de sol da Multiópticas dos anos ‘90) e o pobre é paga?

Que vem aí a seguir? Filmes com cheiro (ainda mais caros) com narizes de plástico para sentirmos os aromas?
Ou filmes com tacto com luvas especiais para apalparmos o elenco?

É mais que claro que o xôr gimbras bonifácio apresentou reclamação no site da ZON Lusomundo!

Ex.mos. Srs. da ZON Lusomundo,

Venho por este meio apresentar a minha reclamação no que toca tanto ao preço dos bilhetes na nova tecnologia digital 3D, tanto quanto à ausência da promoção myZonCard (oferta de um bilhete extra) para o mesmo tipo de filmes nas vossas salas de cinema.

Considero tratar-se de uma falta de respeito absurda pelos vossos clientes aproveitarem-se do surgimento de novas tecnologias para elevarem o preço dos bilhetes.

Sempre que aparecem novidades tecnológicas os preços irão subir?

A promoção da oferta de um bilhete quando se possui um cartão myZonCard deixa de valer só porque o filme é em 3D?

Já não bastava terem passado a misturar a venda de bilhetes com a venda de pipocas e afins, criando filas de espera desnecessárias e demoradas para quem só quer comprar bilhetes, e agora vêm estas questões?

Desta forma, a Lusomundo só consegue duas coisas: menos público a ir ao cinema e clientes cada vez mais insatisfeitos.

A procura incessante do lucro diminui a qualidade do tratamento ao cliente.

(…)

Até já antecipo a resposta deles (se por acaso vier…).

“Com o advento das novas tecnologias, blá blá, pardais ao ninho… e como os óculos 3D são de produção dispendiosa… etc e tal, é tudo palha, vê lá se comes…”

Se os óculos 3D são assim tão caros que justifiquem a subida dos preços dos bilhetes, por que raio pedem-nos que os devolvamos no fim do filme?
Ah… deixa cá pensar… para os lavarem, embalarem novamente e vendê-los como novos?

E se eu chegar lá e disser que trouxe os meus óculos de casa, o preço passa a ser o normal (que já é caro…)?

Oh, meus grandes gatunos, ide mas’é trabalhar que se faz tarde. Cambada de aldrabões! Irra!
Indignação do... gimbrinhas
(Indignação do… gimbrinhas)
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A Força de Acreditar

Sexta-feira, 1 Janeiro 2010 por gimbras

Sempre desisti das coisas facilmente. Tinha medo de tentar e falhar redondamente, sendo ridicularizado à frente de todos. Então, ridicularizava-me antes ainda de procurar conseguir alcançar algum objectivo. Parecendo incoerente, explica-se de uma forma simples. Mesmo se falhasse, já ninguém me apontaria o dedo em tom de gozo, porque gozado já eu era constantemente.

Isto começou de pequeno, na escola infantil. Distraído como era (ainda sou), verdadeiro cabeça na lua – lembro-me de, anos depois, ao fazer provas escritas pensar em tudo menos nos testes – nunca ouvia completamente o que a educadora pedia. O que resultava em pintar, colar, recortar, etc. sempre ao contrário do resto dos meninos. Quantas e tantas vezes ouvi do colega do lado “ah, isso não é assim, fizeste mal!”. Disfarçava o embaraço com um “não me importo” e não me importando lá fui eu pela vida fora.

Não me esforcei para jogar à bola – sempre um trapalhão – , não me concentrava na escola – fui aluno mediano quando todos me exigiam mais, afirmando que tinha capacidades para mais. Não construi amizades, não lutei por alguém, não finquei o pé no chão, nem gritei “sim, eu consigo”.

Não fui cobarde, nem um coitadinho. Não chorei pelos cantos. Simplesmente, não quis foi saber, fazendo apenas os mínimos. Apenas o suficiente. E o suficente bastou para fazer a escola toda sem problemas, nem grandes dificuldades, sem sequer copiar ou cabular – o meu lema era (é) “se passar, passo; se não passar, não passo”. Orgulho-me muito das bases que aprendi.

Demoro a aprender porque consolido cada tijolo do conhecimento em argamassa bem colada. Porém, quando aprendo, sei de cor. Sei-o bem!

As composições nas aulas de Português – e uma vez em Inglês – foram alvos de leitura perante a turma inteira e elogios pelos meus pares.

Fui descobrindo dons e qualidades. Dediquei-me a isto e aquilo, só porque gostava. E evolui. Subi de patamar. Ganhando confiança, cresci. Passei eu a dizer “isto está mal, o correcto é como faço”.

Sonhei. Tive ideias. Somei ideiais. Levei avante projectos somente possíveis na minha mente, contra tudo e todos. Oh sim, a minha teimosia mudou de sentido. Iria provar a quem não acreditava que conseguiria. E consegui. Uma e outra vez. E mais. E de novo. E novamente. Muitas vezes. Espantei-os a todos. Eu consegui!

Um dia, também, acordei e pensei “mas que diabo, já tenho esta idade toda e passei a vida a a dormir?”. Então, comecei a aproveitar mais os dias. A deitar-me mais cedo, para acordar de manhã e sentir a sua brisa fresca e rivogorante na pele e na alma. Foi meio caminho andado para dar um passo em frente, para seguir em direcção a novos projectos e ser bem sucedido neles.

Quero lutar pelas amizades e pessoas, ajudar causas e encontrar soluções, fazer deste um mundo melhor, procurar um amor forte e intenso.

E se parecer ingénuo, inocente e impossível, mais força terei para o fazer, porque a maior mudança ocorreu em mim.

Já não sou mais aquele menino que encolhia os ombros e não se importava. Sei que esse rapazinho tinha o mesmo que eu tenho no peito, mas que só agora encontrou maneira de sair cá para fora.

Hoje, sou homem, bato o pé firme no chão e grito: “Eu acredito!”. Porque, se escrevi estas linhas num fôlego repentino sem parar nem para respirar, então, sim, é possível! Tudo é possível.

Basta ter A FORÇA DE ACREDITAR e essa força está mesmo dentro de nós!

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Minha Nossa Senhora!

Sexta-feira, 18 Dezembro 2009 por gimbras

Todos os dias, a caminho do trabalho, pertinho do Metro, eu passava à frente de uma loja e via-A.

Dizia-Lhe “Bom dia!”, agradecia mais vinte e quatro horas e soprava um beijo, prometendo e afirmando que tudo iria correr bem.

Ao regressar, o mesmo gesto, um piscar de olho e um “obrigado” por tudo ter corrido pelo melhor.

Quarta-feira… Ela desapareceu. Não estava mais lá. Vou sentir falta d’Ela e deste ritual.

A imagem de Nossa Senhora desapareceu da montra daquele estabelecimento comercial. Talvez tenha sido vendida. Não sei. Alguém a terá comprado para decorar o seu presépio, quiçá.

Não sou crente. Muito menos um devoto, ou cristão praticante. Acredito na minha versão muito própria de Deus. Todavia, devo confessar, gostava de começar (e terminar) as minhas jornadas assim.

Um beijo para Ela, vai correr tudo bem, obrigado por mais um dia bom.

Crença do... gimbrinhas?
(Crença do… gimbrinhas?)
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Dia de Não Receber

Sexta-feira, 4 Dezembro 2009 por gimbras

É bom.
É óptimo.
É mesmo optimus!
É maravilhoso receber o dinheiro ao fim do mês para ficar, todo contente, depositado no banco.

No entanto, de vez em quando, numa jogada de mestre surge um e-mail franco e amoroso.
«Devido a blá, blá, blá e etc e tal, o pagamento deste mês será feito por cheque.»

Tudo bom.
A bufunfa entra, se bem que por cheque e consequentemente estar disponível mais tarde, mas entra!

No último dia do mês, outra mensagem sincera e agradável.
«Devido a blá, blá, blá e etc e tal, o pagamento deste mês será apenas efectuado no princípio do novo mês.»

Tudo óptimo.
A massa vem, via cheque, vai demorar ainda mais tempo a estar na conta bancária, mas vem!

No início do mês seguinte, nova missiva honesta e amiga
«Devido a blá, blá, blá e etc e tal, o pagamento previsto para estes dias virá mais tarde.»

Tudo optimus!
As verdinhas chegam, chegam por cheque(?) entregue ao final de Sexta-feira(?), vai demorar apenas mais um pouco(?) a constar do saldo disponível, os feriados e o fim-de-semana não vão atrasar em nada o processo(?), mas hão-de chegar(?)…

É maravilhoso… não receber o vencimento, nem no fim do mês, nem no princípio do outro para ele ficar, todo contente, não depositado no banco.

Não há-de ser nada…

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Prazer nocturno

Quinta-feira, 3 Dezembro 2009 por gimbras

Fui jogar à bola e sai do pavilhão por volta das 23 horas e meia…

Cheguei a casa e tomei (tentei…) tomar um banhinho rápido, para não me atrasar mais.

Lavei a cabeça (e o meu famoso rabicho à mitra…) com champô e, por fim, coloquei condicionador.

O raio do cabelo anda seco como tudo. Parece mesmo palha. Palha de aço! (Sempre se pode usar, depois de cortar, para esfregar as panelas. É um verdadeiro dois em um. Cabeleira na cabeça, esfregão no tacho. Viram? É só vantagens!)

Vesti a roupinha, pentei-me, e lá fui eu a caminho do carrinho.
Já passava da meia-noite mas, mesmo assim, fiz-me à estrada.

Hmmm… que delícia!
Estava quentinho e confortável do duchezinho. (Não aconselho que conduzam assim, àquelas horas, porque podem adormecer, mas estava bem acordado.)

Poucos carros no caminho, o veículo a deslizar suavemente e muito tempo para pensar e ouvir as melodias que passavam na rádio que só toca “grandes músicas… calmas”.

Numa hora de viagem tive tempo para reflectir, para mim próprio e até para magicar mais alguns textos.
Incluindo este mesmo.

Foi um verdadeiro… prazer nocturno!

Prazer de condução... gimbrinhas
(Prazer de condução… gimbrinhas)
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Seria tão bom…

Terça-feira, 24 Novembro 2009 por gimbras

Um Natal romântico...

Seria tão bom…
Percorrermos as belas e históricas ruelas…
Passearmos de mão dada…

Seria tão bom…
Envolvermo-nos numa nuvem de fumo com aroma…
Partilharmos um pacote de castanhas acabadinhas de assar…

Seria tão bom…
Admirarmos as luzinhas da Baixa lisboeta…
Brilharmos com o espírito da época…

Seria tão bom…
Aquecermo-nos num abraço bem apertadinho…
Vermos a bela e gigantesca árvore de Natal…

Seria tão bom…
Não pensar em mais nada…
E vivermos os sonhos que nos assaltam de vez em quando…

Seria tão bom…
Um Natal assim…
Um Natal romântico…

(Foto retirada do blog Luminescências)
Poesia do... gimbrinhas
(Poesia do… gimbrinhas)
P.S.: Espera aí… já é Natal? Não? Ainda estamos em Novembro? Ainda é cedo?! Ok…

P.S.2: Mas eu sou um gimbras e quem sabe sou eu! O Natal é quando o gimbrinhas quiser!

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Estou FURIBUNDO!!!

Sexta-feira, 20 Novembro 2009 por gimbras

Já não bastava esta semana estar a correr-me mesmo mal (estou numa maré de azar ou quê?!), eu estar meio constipado, doer-me o corpo todo e estar com a garganta apanhada, ainda me acontecem coisas piores que me deixam à beira de um ataque de NERVOS!

A net, aqui no emprego, está sempre a falhar! Sempre! Quando não falha, anda aos soluços.
O curioso é que, às vezes, só consigo visitar alguns sites, outros não. O que é esquisito. Fico a pensar se não estará alguém a pisar o cabo da Internet e do peso só passarem metade das páginas…

Há pouco, o Gmail funcionava na boa, mas tudo o resto não dava. Os meus colegas, a mesma coisa. Um estava no MSN e só o MSN lhe funcionava, não conseguia era visitar sites nenhuns. Vai daí que eu sugeri, numa de brincalhão, que perguntasse à pessoa com quem falava no Messenger se ele tinha net…

Está tudo louco aqui no escritório. Quando não falha uma coisa, falha outra. Acabou de ir abaixo a electricidade. Pânico geral! Gente horrorizada! Aos berros! Aos prantos… (Ok, estou a exagerar um bocadinho. Mas é só um bocadinho.) Provavelmente, estariam preocupados com o trabalho que perderam. Não, afinal estou enganado. Estavam era preocupados porque assim não podiam estar nos chats

É o horror! O drama! O desespero!
(É o horror! O drama! O desespero!)

Pior. O ar condicionado falhou. O responsável pela informática quase que se enforcava! Além de ter de arrancar, uma vez mais, com os servidores e todos os serviços, só faltava mais essa! A sala dos servidores estava sem refrigeração e a temperatura disparou por ali acima feita maluca. Podia ter acontecido um incêndio e perder-se todo o trabalho!

Todavia, eu estou mesmo chateado, irritado, passado e furioso com outras situações (e com o acumular de todas). Há uns dias algo me dizia para não fazer uma coisa, mas eu, teimoso, fi-la à mesma. E, ao fazê-la, ouvia a minha mente dizer “vais te arrepender, isto vai ter repercusões…”. Pois bem! Quem me mandou não seguir os meus instintos, novamente?

Teve consequências desastrosas. Pensei que não, que nada aconteceria. Que tinha apenas sido um pressentimento errado. Afinal, também aqui estava errado. Não aconteceu logo, mas dias depois de não ter seguido o que me aconselhava a minha pessoa. E o problema é que se tornaram danos permanentes…

Chegado ao fim disto tudo, de quem espero ajuda e compreensão, só me complica ainda mais a cena toda. E até houve outro colega que também decidiu praticar o amor com a minha máquina-de-venda-automática preferida. Sinto-me tão traído…!! Por quaisquer 60 cêntimos ela vende-se logo ao primeiro!

Não é fácil! Estou FURIBUNDO!!!

Fúria do... gimbrinhas
(Fúria do… gimbrinhas)
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Quarta-feira, 18 Novembro 2009 por gimbras

É como me sinto. Só.
Sozinho. Abandonado. Vazio.
Cheio de coisa alguma. Sem ninguém.

Sim. O gimbras, por vezes, também se sente assim.
Sente uma imensidão de emptyness. Um vácuo silencioso.

Até os meus gatinhos me sairam do quartinho.
Nem sei porquê, não é costume.
Está-me tudo a correr mal.

O Gmail falhou (e eu com pressa).
Procuro uma alternativa.

O PC pede-me que instale a nova versão do programa (e eu com pressa).
A instalação avisa que mais coisas terão de ser actualizadas / instaladas (e eu com pressa).

Em vez de um minuto, demora 15 (e eu com pressa).
Em vez de uma instalação, aparecem meia dúzia.

Pede-me para reiniciar o PC (e eu com pressa).

Experimento o programa.
Falha outra coisa (e eu com pressa).

Dou uma joelhada na secretária dos computadores.

Tudo corre mal.

Irrito-me.
Passo-me.

Ainda bem que os gatinhos não estão presentes, se não assustavam-se!
Espera eles já apareceram.
Olha, bazaram com os berros!

:S

Quero-me deitar cedo, deito-me ainda mais tarde do que o costume…

Quero deixar de me sentir sozinho.

Quero que os meus bichinhos venham ter, de novo, comigo, que me perdoem o susto e que acabemos assim. Juntinhos. Quentinhos, aconchegados.

Kika e Micho. Juntinhos. Quentinhos, aconchegados.
(Kika e Micho. Juntinhos. Quentinhos, aconchegados.)

Porque amanhã, oh amanhã (hoje)… o dia correrá bem melhor!
:)

Solidão do... gimbrinhas
(Solidão do… gimbrinhas)
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E se…?

Segunda-feira, 16 Novembro 2009 por gimbras

Eu não publicasse nada hoje no blog?
Eu optasse por tirar folga da escrita?

Eu concluisse todas as tarefas do trabalho antes de sair?
Eu não precisasse de me preocupar com o que haveria para fazer amanhã?*

Eu fosse mais tarde para casa?
Eu lanchasse pelo caminho?

Eu não tocasse no PC quando chegasse a casa?
Eu saisse para ir ver um cineminha?

O que seria se… eu mudasse a minha rotina?
Isso seria tão… GIMBRAS de mim!

Mudem a rotina… agitem a vossa vida!
O que fariam se…? Soltem aí os vossos “E SE…?”!

E se... gimbrinhas?
(E se… gimbrinhas?)
*: Como se eu me importasse com o que há para fazer amanhã… :P

P.S.: E se… eu escrevesse este post tão rapidamente que nem desse por ela?

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Ao ritmo do trabalho

Sexta-feira, 13 Novembro 2009 por gimbras

Têm sido umas últimas três semanas de puro cansaço. Estou esgotado. Completamente. Mal forças tenho para escrever qualquer coisinha aqui para o blog, muito menos para visitar a malta da blogosfera conhecida e amiga. É por isso que tenho estado ausente e comentado nos vossos cantinhos.

Sinto ter trabalho mais do que no resto do que tempo que já cá estou nesta empresa. Parece que as tarefas resolveram cair todas em simultâneo. Tipo bomba e aparecem fogos que tenho (temos) controlar e apagar o mais rapidamente possível. (Ao contrário de outros dias que não se fazia absolutamente nada. Mas fingia-se! E nós fingimos com profissionalismo.)

No entanto, devo constatar que no fim de tudo se fica com aquele gostinho de dever cumprido, de ter construído algo de útil e de ter despachado trabalho. Gosto de me sentir realizado assim, geralmente só acontece a nível pessoal.

E, tal como dormir muito ainda nos dá mais sono, trabalhar a um ritmo mais acelerado faz-nos entrar num ritmo porreirinho. Tanto até que, mesmo cansado, tenho avançado nos meus projectos pessoais. (Algo não muito visível aqui no blog, pelo menos, por enquanto…) Estão aí umas imagenzinhas trabalhadas que o provam (assinaturas, etc).

Também tenho aprendido algumas coisas novas. Não só a nível da minha função, mas da maneira de encarar tudo em geral. Sou uma pessoa que se distrai com facilidade, que se afoga em tantas ideias novas que impedem de concretizar a maioria delas. Concentrarmo-nos num objectivo de cada vez e levá-lo até ao fim, é uma grande lição. Cada coisa de cada vez. Pedaço a pedaço, grão a grão e coisa chega a bom termo.

Voltarei em breve, mais descansado, mais forte e ainda mais… gimbras!

Cansaço do... gimbrinhas
(Cansaço do… gimbrinhas)
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